E olhando para a janela deu por falta do meu pequeno cacto, que pelos vistos tinha sido levado por uma rajada de vento...
Ela correu em minha direcção e disse:


_ Anda para casa filha, que esta a chover muito, amanhã procuro-o.
_ O cacto caiu da janela abaixo!Vou lá baixo busca-lo.
E eu disse:
_ Não, eu vou. Ele é meu, eu é que o tenho que resgatar!
Peguei no casaco, numas galochas e num guarda-chuva, e fui directa para a rua para resgatar o meu cacto.
Estava a chover tanto!Que nem consegui andar...
Procurei e procurei por todo o lado o cacto, mas não o encontrei.
E a minha mãe dizia-me da janela:
E eu respondi desesperada:
_ Não, eu vou encontra-lo!
Já não sabia por onde procurar e estava prestes a desistir.
Até que encontrei o cacto na estrada.
Não vi o vaso, mas peguei nele e fui directa para casa.
Tentei abrir a porta, mas não conseguia.
A minha mãe abriu a porta pelo o intercomunicador e eu entrei disparada.
A minha mãe disse-me que eu fui muito corajosa, uma verdadeira heroína do cacto.





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